segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Seis negócios para você montar em casa (parte 2)


Designer virtual 


A expansão da internet como ferramenta de trabalho nos mais diversos ramos de atividade acabou por abrir boas oportunidades para os webdesigners, aqueles profissionais que criam páginas personalizadas na rede. 

É um negócio promissor para quem gosta de informática e quer trabalhar em casa, já que a atividade exige apenas um bom computador conectado à internet, de preferência por banda larga. É claro, porém, que quem pretende atuar no ramo deve ter noções de programação de computador e também uma "veia artística". A criatividade é fundamental para se dar bem na área. 

Muitos profissionais que já estão no mercado aprenderam o trabalho na prática, prestando serviços para a clientela, como o designer Fernando Villela, de São Paulo. Mas é possível também frequentar cursos sobre o assunto e depois estagiar com pessoas experientes no ramo. Em geral, o webdesigner atende profissionais liberais e empresas de pequeno e médio portes de diferentes setores. Como as empresas encaram a internet, cada vez mais, como uma ferramenta fundamental para o crescimento de seus negócios, elas querem, hoje, ter um portal bem produzido, que funcione como um mecanismo eficaz para interagir com a clientela. 



O preço da produção de um site no formato mais simples, com identificação do negócio, exibição dos produtos, serviços e canal para contato, varia. Quanto mais incrementado for o trabalho, obviamente, mais alto será o preço do serviço. O custo e o tempo de produção dependem do nível de complexidade dos itens que serão incluídos no site, como fotos, ilustrações e animação. 

Festeiro profissional
Uma festa cuja proposta é fazer os convidados ferverem na pista de dança requer som e iluminação potentes. Como nem sempre os anfitriões dispõem dos equipamentos, a locação é a alternativa mais conveniente. Para você, que entende ou gosta de eletrônica, eis aí uma boa opção de negócio para começar em casa. Recomendamos que você compre primeiro equipamentos para espaços menores, como salões de festa de edifícios. 

As festas de amigos e parentes são bons pretextos para testá-los e também para divulgar o negócio. A partir daí, você pode começar a cobrar pelo aluguel, como fez Maurício Szics, de Campinas, interior de São Paulo. Ele começou emprestando seus aparelhos e caixas de som. Depois, a partir de 2002, criou a própria empresa, batizada de Som Szics, em sociedade com o sobrinho, Douglas Szics. Passou a alugar até telão e chega a distribuir brindes aos convidados da festa. 

Você pode se encarregar do transporte dos equipamentos ou terceirizá-lo, mas precisa ter cuidado para não danificar a aparelhagem. Afinal, a reposição de lâmpadas e os pequenos consertos depois de uma festa estão entre os principais custos de uma empresa do ramo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Seis negócios para você montar em casa (parte 1)

Foto: Shutterstock
Muita gente que decide montar o próprio negócio prefere fazê-lo em casa, ao menos no começo, para diminuir os riscos da empreitada. Entre outras vantagens, trabalhar por conta própria em casa permite um certo conforto e economia de tempo e de dinheiro. Mas atenção: você precisará ter muita disciplina para que isso não comprometa a sua produtividade. É fundamental delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para que não haja interferência da família no dia-a-dia do negócio. Procure respeitar os horários. Nada de parar no meio do expediente para um cochilo ou para asssitir à TV. Você também não deve estar 24 horas por dia à disposição dos clientes. Lembre-se de que suas horas de descanso e de dedicação à família também devem ser sagradas tanto quanto possível. 


Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas, comopromoção de eventos, aluguel de som e luz para festas, agência de turismo, escritório de design para sites, criação de jogos para celulares e produção de incensos, velas e aromas. Se você se interessou por alguma dessas atividades, confira a seguir algumas dicas de empresários que atuam nesses ramos para você se dar bem. 



Perfumes terapêuticos 
A aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais. Mas se você tem afinidades com o ramo e não dispõe de muito capital, pode iniciar um negócio de produção de incensos, velas, sabonetes, sachês e outros aromatizantes, em sua própria casa, sem fazer grandes investimentos. O empresário João Pedro Hessel Filho, de São Paulo, que atua no ramo, diz que o ideal é você começar fazendo um ou outro item apenas e ir aumentando a gama de produtos à medida que for se firmando no mercado. Além de vender os produtos diretamente para o consumidor final e para as lojas, você pode formar parcerias com outras empresas do ramo, como as clínicas de terapias orientais. 



Há espaço também para quem quer oferecer serviços de aromatização de ambientes para empresas, como faz a aromaterapeuta e psicóloga Sâmia Maluf, da By Sâmia, de São Paulo. O trabalho consiste em estudar e mapear os problemas existentes no ambiente antes de definir que tipo de aroma será utilizado. Um consultório dentário, por exemplo, pode optar por óleos cujos aromas tranquilizem os pacientes. Para uma loja de doces, um cheirinho que estimule o apetite nos clientes pode ser uma boa ideia. Há também substâncias que instigam o aumento da produtividade. Mas é preciso se precaver com possíveis casos de pessoas alérgicas. 



É importante também tomar alguns cuidados com a segurança. Como a parafina e a glicerina, duas matérias-primas muito utilizadas na área, são inflamáveis, procure instalar o negócio num cômodo livre, bem ventilado e que não seja frequentado por crianças, nem por animais de estimação. Mesmo assim, convém manter um extintor de incêndio sempre por perto. É fundamental também conhecer bem as diferentes substâncias utilizadas na produção e seus efeitos. Algumas podem causar alergia em pessoas que têm problemas respiratórios.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

De onde surgiu o HTTP://?

Nos primórdios da internet comercial, era muito comum digitarmos a combinação "http://" antes do famoso "www". 
Com o tempo, e o aprimoramento dos navegadores, a prática caiu no desuso. 
A sigla é a abreviação de Hypertext Transfer Protocol, um protocolo de comunicação que, explicando de uma maneira bem simplificada, funciona como uma linguagem em comum entre computadores e servidores. 
Em outras palavras, foi o Http que tornou possível a internet como a conhecemos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ótimas idéias de reciclagem!


Além de tudo, tornam a sua casa mais linda, limpa e politicamente correta!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Você sabe a origem do nosso teclado QWERTY?

O teclado utilizado por praticamente todos os computadores do mundo é o QWERTY. 

O nome esquisito vem das seis primeiras letras, da esquerda para a direta. Se você já se perguntou por que o teclado não foi concebido em ordem alfabética, saiba que a maneira que as teclas estão posicionadas tem o objetivo de facilitar a digitação na língua inglesa, já que as letras mais usadas estão estrategicamente separadas. 

O modelo QWERTY foi usado pela primeira vez pelo norte-americano Christopher Sholes em 1868. Sucesso absoluto. 

Ainda existem outros padrões, como o AZERTY, usado na França de na Bélgica. Na verdade, o layout depende diretamente das letras mais usadas pelo idioma.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Você sabe de onde surgiu o símbolo de @?

Não se sabe ao certo a origem do símbolo arroba, mas imagina-se que tenha surgido ainda na Antiguidade, entre as civilizações gregas e romanas para abreviar a expressão de equivalência entre o peso de mercadorias.

Com o passar do tempo, o arroba tornou-se uma unidade de medida, geralmente utilizada no comércio de animais ou grãos: 1@ = 14,688 kg. 

A utilização do símbolo na informática só se deu em 1971, quando o programador Ray Tomilson o utilizou pela primeira vez por pura simpatia e comodidade. Ray necessitava de um símbolo compatível com a maioria dos sistemas em rede e que fosse diferente o bastante para não ser confundido com os caracteres dos nomes das pessoas. Ele uniu o útil ao agradável ao utilizar um símbolo que já era conhecido pela nomenclatura "at", que em inglês significa a preposição "em". 

Dessa forma o nome da pessoa, somado ao @ indicava a localização do e-mail na rede (nome@dominio.com). A moda pegou e não se manda um e-mail (ou tuíte) sem digitá-lo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ATITUDE, por Ronnie Von

Ronnie Von não gosta de generalizações. Acha que a felicidade pode ter um sentido para um monge tibetano e outro para alguém que more em Nova Iorque. Mas também não é uma questão de longitude ou latitude. Para ele,  o essencial é ter saúde, recursos materiais e amor. Apesar de não gostar de dar dicas nem conselhos, ele divide com você alguns conceitos que testou e deram certo.

1. Busque seu próprio caminho e acredite nele. Siga sua intuição. Parece fácil, mas é difícil saber querer. Existe um ditado que diz que quando Deus quer castigar os homens, atende aos seus pedidos. Uma vez, depois de uma grande decepção amorosa - quando me relacionei com uma traficante de drogas procurada pela Interpol, achando que ela fosse a pessoa mais confiável do mundo - , pedi a Deus uma mulher honesta. E Ele me mandou. Só que ela era muito neurótica, espancava meus filhos... Precisamos saber bem o que queremos e acreditar, para que dê certo.

2. A vida é sonho. Quando você tira o sonho do coração de um homem, tira também a vida. Sempre, ao acordar, temos que acreditar que nosso dia será melhor, mais feliz. Não precisamos radicalizar em aproveitar o aqui e o agora, como os novos filósofos, mas viver o dia de hoje e também olhar para o passado e planejar o futuro. O avô de minha mulher, que tem 84 anos, diz que "quando ficar velho" vai fazer isso e aquilo. Esperar por um momento melhor mantém a pessoa viva, feliz.

3. Saiba sublimar seu cotidiano. Nada é verdadeiramente grande ou pequeno, podemos relativizar qualquer problema. A única coisa que não se pode comprar é o amor, o resto podemos redimensionar, minimizar o problema. Tem gente que, quando cai um alfinete, pergunta:  "Quem derrubou essa espada?" Toda vez que procuro meu pai para contar um problema enorme, ele é de uma sabedoria impressionante. E me pergunta se o problema tem solução. Tem? Estão está resolvido. Nào tem? Então está preocupado por quê, se não há o que fazer?

4. Aprenda com as decepções. Na vida, não temos amigos ou inimigos, e sim instrutores. Tive decepções monumentais com amigos em que confiei, mas considero essa experiência muito instrutiva. Aprendi o que devo ou não fazer. Com os que agem corretamente, aprendo o que é bom; e com os que me decepcionam, o errado. Eu sou muito intenso com os amigos, não me empresto, me dou.

5. Não fuja do erro. Mesmo depois de 44 anos fazendo televisão, continuo cometendo imprudências e erros. Ninguém é competente o tempo todo em tudo. Procure não se culpar quando erra. Eu errei muito mais do que acertei, mas os acertos são grandes, então eles ficam mais presentes na lembrança.

6. Mantenha-se sempre muito bem informado. O homem moderno não pode fugir disso, precisa saber o que está acontecendo no mundo. É o que tento fazer no meu programa de TV, fazer com que ele seja informativo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O mercado de panificação e confeitaria no Brasil

As padarias artesanais representam 76% dos estabelecimentos, contra 14% de padarias industriais e 7% de padarias em supermercados


A matéria da revista Veja (edição 1959, de 7 de junho de 2006), 76% dos brasileiros consomem pão no café da manhã e 98% da população são consumidores de produtos panificados. 



As padarias artesanais são responsáveis por 79% do fornecimento desses alimentos.



Já as padarias de grande porte (ou industriais) não representam volume expressivo na cadeia de produção (14%),  justamente por não conseguirem a mesma aproximação junto ao consumidor final. 



Por fim, as padarias de supermercados representam apenas 7% da produção de produtos de panificação.



O mercado brasileiro



A panificação está entre os seis maiores segmentos industriais do país e busca novos desafios e tecnologias que permitam sua afirmação definitiva como setor de relevância no cenário econômico.



O segmento constitui-se, em sua maioria, por micro e pequenas empresas, apresentando faturamento anual estimado em R$ 44,98 bilhões, conforme levantamento realizado pela Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip) em 2008.



Constatou-se que a participação do setor na indústria de produtos alimentares é de 36,2% e na indústria de transformação, esse percentual é de 7%. 



A panificação está relacionada a outros setores da economia, participando fortemente como potencial gerador de emprego e renda.



Ainda assim, continua passando por transformações, numa dinâmica de concorrência crescente. 



Essa movimentação tem estimulado a diversificação de produtos e de serviços para atender à demanda, bem como se firmar frente aos novos competidores, compostos, em sua maioria, por empresas de maior porte que estão incorporando os panificados em seu mix (ou lista de produtos).

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dicas de como vender melhor pela internet!


Stelleo Tolda é Diretor Presidente do MercadoLivre.com desde novembro de 1999. Ele é responsável pela gestão de uma equipe de 260 funcionários em quatro áreas principais: Comercial & Marketing, Financeiro & Administrativo, Atendimento a Clientes e Pagamentos (MercadoPago).
Stelleo possui Bacharelado e Mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford.
Considerando a sua formação, imagino que há 10 anos atrás muitas oportunidades apareceram. Por que a aposta em comércio on-line?Em 1997, conheci o Marcos Galperin, fundador do MercadoLivre, durante um mestrado em Stanford, nos Estados Unidos. A partir daí passei a observar o grande potencial que a internet comercial tinha e vi que o modelo de negócio desenvolvido por Galperin tinha tudo para dar certo. Em 99, Galperin — assim que lançou o MercadoLivre na Argentina –  me chamou para abrir a operação brasileira do MercadoLivre. Na época houve um grande impulso, um fluxo de capitais, uma série de investidores interessados em colocar recursos no MercadoLivre e em seu modelo de negócios (C2C) que promove o encontro entre compradores e vendedores. O MercadoLivre oferece ainda uma plataforma de pagamentos online aos mais de 35,7 milhões de usuários.
Vale ressaltar que sobrevivemos ao estouro da bolha e desde o nosso surgimento, apostamos em um dos principais destaques da internet atual: a geração de ferramentas que possibilitam aos usuários interagir cada vez mais entre si por meio da publicação de conteúdo na web como um todo. Certamente, isso me fez e faz apostar no comércio online até hoje.
Atualmente, qual a sua visão sobre a influência da internet no padrão de consumo brasileiro? 
A venda pela internet é simples, segura, fácil e cômoda. Basta clicar no produto de interesse, escolher a forma de pagamento, combinar a entrega e pronto. Não há as barreiras inerentes ao comércio de rua: lotação, trânsito, nem as de shopping: pagamento de estacionamento, altíssima circulação de pessoas… Isso ajuda e reforça o crescimento do e-commerce como um todo, principalmente quando analisamos que – em especial no Brasil – as classes C e D estão cada vez mais utilizando a internet. Ou seja, o crescimento da banda larga e o alto índice de penetração de computadores, aliados a ascensão das classes C/D enquanto consumidoras contribuem efetivamente para o nosso crescimento/sucesso.
No MercadoLivre a categoria que mais se destaca em vendas é a de produtos de informática e eletrônica. No entanto, categorias como de beleza e saúde, decoração e itens para casa, por exemplo, vem ganhando muito espaço entre os usuários do site. Em 2008, do volume total de itens comercializados por meio da plataforma do MercadoLivre.com, 79,1% foram de produtos novos, sendo que 88,8% das transações realizadas a preço fixo. Excluindo as transações relacionadas a automóveis, imóveis e serviços.
Como é vista a questão da credibilidade e segurança dos dados pelos consumidores?
Atualmente o MercadoLivre conta com mais de 35 milhões de usuários que realizam diversas transações em um ambiente seguro e totalmente confiável, uma vez que o site investe em tecnologia de ponta para cuidar e preservar os dados de cada negociação que ocorre dentro da plataforma. O MercadoLivre possui ainda a certificação Truste que reconhece nas páginas do MercadoLivre toda a segurança necessário e recomendada internacionalmente para site online. Vale ressaltar ainda que o MercadoLivre oferece diversas páginas de como vender/comprar pelo site, bem como dicas de segurança, visando a educação constante dos usuários brasileiros. A educação é sem dúvida um dos pilares para uma negociação segura e eficaz.
Quais tendências e oportunidades para os empreendedores que queiram vender pela internet?
Tudo no mundo online é muito dinâmico, muito rápido e acompanhar todas as tendências e saber ouvir o que o usuário quer também é fundamental para chegar onde o MercadoLivre chegou. Para isso, o MercadoLivre oferece uma área, denominada Tendências, que permite ao vendedor identificar o que os usuários estão buscando e qual tipo de produto terá um maior impacto dentro da comunidade MercadoLivre. Além disso, é preciso acreditar e insistir. Quando o site foi lançado, há dez anos, por exemplo, não tínhamos a infraestrutura que temos hoje, mas não nos impediu de seguir em frente.  E hoje somos referência no mercado online de compra e venda em toda a América Latina.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Aonde você quer chegar?


As dificuldades de realização que temos em qualquer área da vida (saúde, finanças, relacionamentos, estudos, profissão, separações conjugais) são totalmente influenciadas por nossos bloqueios e contradições internas.
 Muitas vezes dizemos "eu gostaria de tal coisa, mas..."
"Quero vender meus produtos, mas tenho medo de oferecê-los."
"Quero passar no exame, mas não acredito que consiga." 
"Quero enriquecer, mas não quero me matar de trabalhar."
"Quero ser mais social, mas não quero me expor."
Estes sentimentos contraditórios geram angústia, insegurança, desânimo e medos que nos impedem de avançar.
Ao eliminar as contradições, o bloqueio emocional desaparece e o problema é rapidamente solucionado.
Repita em voz alta: Eu sou uma pessoa próspera! Eu mereço ser feliz!
Deus proverá a minha vida ainda hoje!
Que pensamentos são gerados em sua mente neste momento para responder estas perguntas? E que sentimentos estas frases geram em você?
Muitas vezes nem temos consciência dos "porquês", no entanto sentimos algo desagradável em nosso corpo: uma moleza, preguiça, tensão nos ombros... Ou ficamos mal-humorados, desanimados, irritados. 
Se eu digo que aquele trabalho é chato, eu tenho as reações e comportamentos de acordo com isso. E tenho os resultados coerentes com tudo isso...
Mudar nossos padrões mentais é o primeiro passo para fazer qualquer mudança externa duradoura.

Com a ferramenta certa, a mudança pode ser rápida, fácil e... Elegante!

Invista na pessoa mais importante do mundo: VOCÊ!
Post enviado pelo Paulo Nunes, membro da família Achar É Fácil.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Um artesão pode patentear as luminárias que faz?


Artesanatos não são passíveis de patente. 

Nem todas as invenções podem ser patenteadas, pois a Lei da Propriedade Industrial exclui de proteção alguns tipos de criação. Por exemplo, não se pode conceder uma patente para obras de arte, plantas de arquitetura, músicas, livros e filmes. 

Caso o produto seja utilizado industrialmente, você pode buscar o registro de Desenho Industrial no INPI. Trata-se da forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial. 

Durante o prazo de vigência do registro, o titular tem o direito de excluir terceiros de atos como fabricação, comercialização e venda da matéria protegida. 

Se o objeto for considerado uma obra de arte, pode ser registrado na Escola de Belas Artes da UFRJ, que fica na avenida do Ipê, 550, Prédio da Reitoria, sala 723 - Ilha do Fundão, Rio de Janeiro (RJ). O telefone é (21) 2598-1649, o e-mail, direitos@eba.ufrj.br, e o site www.eba.ufrj.br. 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dicas de casamento: BOLOS!

Branco ou colorido, doce, decorado e com recheios diferentes, o bolo de casamento é indispensável nas festas. Ele faz parte até mesmo das celebrações mais simples, onde os noivos comemoram apenas com um bolo e um brinde com champagne. 

Conta a lenda que antigamente, todos os convidados levavam pedaços de bolo para os casamentos, que eram empilhados até formar uma pirâmide. Até o dia que um padeiro teve a idéia de confeitar os pedaços de bolo juntos, formando um bolo de vários andares. Esta tradição tornou-se freqüente nos casamentos até os dias atuais.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Como limpar sua Caixa d´água


Você deve limpar sua caixa d’água de seis em seis meses.


Inicie a limpeza amarrando a bóia para que não entre água durante a limpeza, e tampar a saída de água com um pano para que a sujeira não desça pela tubulação.

Esfregue uma esponja nas paredes e no fundo (caso a caixa possua uma superfície lisa somente é necessário passar um pano); recolha, com um pano úmido, a sujeira depositada no fundo e os resíduos da limpeza, colocando tudo num balde.

Desamarre a bóia e deixe a caixa encher até a altura de 30cm de altura, adicionando 250ml de hipoclorito (água sanitária) para cada 100 litros de água.

Aguarde 30 minutos e umedeça as paredes da caixa com esta mistura utilizando uma esponja; espere mais duas horas e a desinfecção estará pronta.

Outra maneira mais simples de fazer a limpezaé despejar quatro litros de água sanitária para cada 1.000 litros d’água e deixar a mistura no reservatório por quatro horas.

Em ambos os métodos, após o tempo de espera, deixar a água sair pelos canos, desamarrar a bóia e tapar bem a caixa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como cuidar das suas jóais de ouro?

Para manter suas jóias sempre bem cuidadas damos algumas dicas úteis!

Para limpeza utilize uma solução de água morna, sabão de coco diluído e um pouco de amoníaco. Mergulhe a peça por alguns minutos, enxague, seque com pano macio.

Todo mundo acha que ouro pode molhar, mas não é aconselhável. O sabonete usado no banho deixa uma fina película sobre a superfície dando-lhe a aparência opaca.

Evite o contato com produtos químicos; perfumes, cosméticos, cloro de piscina, produtos de limpeza. E não encoste no Mercúrio de jeito nenhum, ele é muito prejudicial ao ouro.

Guarde suas jóias embaladas e separadas para que elas não arranhem.

É seu patrimônio, cuide bem dele! 


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ano-novo começa com dados de clientes em dia

Cheques, notas fiscais e até recibo do cartão carregam dados preciosos sobre comportamento de consumo

Por Roseli Garcia para PE&GN

Divulgação

Passadas as vendas de final de ano, em conjunto com os rastros de euforia – ou, em muitos casos, a fatídica frustração da falta de planejamento –, o empreendedor acaba ignorando informações preciosas que estiveram disponíveis em seu dia a dia. Os cheques pré-datados que recebeu, as notas fiscais e até mesmo o recibo da maquininha do cartão carregam algo precioso em sua essência: os dados cadastrais de seus clientes.
Infelizmente, muitos empresários ainda consideram essas informações algo supérfluo, que somente devem ser utilizadas em caso de cheque sem fundo, impasses fiscais e situações afins. Mal eles percebem que esses dados – até mesmo dispostos de maneira solta e desencontrada – são subsídios preciosos para o cadastro de clientes.
Sugerimos que, no início desse novo ciclo, o empreendedor aproveite para adquirir novos hábitos. Que ele estude a elaboração de uma boa ficha cadastral em que sejam registrados, além dos dados pessoais e dos contatos do cliente, algumas informações relacionadas ao seu comportamento de consumo. Exemplo: volume de compras efetuadas em relação aos meios de pagamentos utilizados, frequência de compras, tíquete médio, quantidade de parcelamentos e mais uma infinidade de informações que você julgue relevante para o desenvolvimento de ações de relacionamento.
Tais informações também são um insumo importantíssimo para ações de cobrança: historicamente, osconsumidores compram muito no final do ano, e o reflexo do endividamento geralmente vem nos meses de abril e maio. Com isso, a possibilidade de realizar ações especiais de negociação ou mesmo de estimular o pagamento é eficiente. Um bom cadastro sempre é o ponto de partida para o sucesso de uma ação.
Durante a confecção do cadastro, a atenção redobrada em pequenos detalhes também é crucial para garantir sua funcionalidade. Isso se aplica especialmente a dados, como nome, endereço, documentos e contatos. Portanto, fique atento!
Após a consolidação da sua base, considere também que não são todas as ações de relacionamento que se encaixam a determinados clientes. Assim como tratamos de forma diferenciada as pessoas que consideramos especiais, aplique isso também no relacionamento com seus parceiros. Isso impactará diretamente em sua imagem e, consequentemente, em seus negócios.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Em busca de ideias geniais, entrevista com o criador do YouTube

Ele ajudou a criar o PayPal e foi um dos fundadores do YouTube. Agora, tem uma empresa de venture capital, a YouUniversity. Aqui, Jawed Karim, 31 anos, conta como é conquistar — e viver — o sucesso

Marisa Adán Gil

LatinStock

Aos 16 anos, Jawed Karim criou um sistema de e-mails para a escola em que estudava, o St. Paul’s School, em Minnesota (EUA). Dois anos depois, montou o site do laboratório de bioquímica da Universidade de Minnesota, onde sua mãe trabalhava. Mais tarde, cursando a Universidade de Illinois, seria convidado para trabalhar na PayPal. Mas a carreira meteórica do rapaz de origem alemã e criado nos EUA estava apenas começando.
Após a venda da PayPal para o e-Bay, em 2002, ele decidiu empreender. Em uma troca de ideias com os amigos Chad Hurley e Steven Chen, teve uma ideia tão simples quanto genial: criar um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos de todos os tipos e procedências. Coube a Hurley e Chen transformar o YouTube em um dos maiores fenômenos da internet — Karim, que ficou com uma participação minoritária, tinha outros planos: estudar ciência da computação em Stanford. A venda do YouTube para a Google, em 2006, por US$ 1,65 bilhão, pegou Karim de surpresa — mas, mesmo com um lote menor de ações, ele embolsou US$ 64 milhões.
Então, ele partiu para seu empreendimento mais pessoal: a empresa de venture capital YouUniversity Ventures, que investe em negócios virtuais. Em novembro, Karim participou do evento “Silicon Valley — What’s Your Innovation”, organizado pelo Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP e pelo Fórum de Inovação, com patrocínio da Bric Chamber, e deu a seguinte entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios:
De onde vêm as boas ideias?
As melhores ideias de negócios vêm de uma necessidade pessoal. É algo em que se está muito interessado, ou mesmo apaixonado. Foi o que aconteceu no caso do YouTube. Eu estava no computador, tentando encontrar vídeos de dois acontecimentos marcantes de 2004. Um era a apresentação da Janet Jackson no show do Super Bowl, quando ela ficou com o seio de fora. O outro era o tsunami na Ásia. Descobri que era bem difícil achar essas imagens. Daí eu e meus colegas pensamos: e se criássemos um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos? Foi assim que tudo começou.
Depois de criar o YouTube, você decidiu deixar seu cargo na empresa e voltar à faculdade. Por quê?
Eu não deixei a empresa totalmente, já que passei a atuar como consultor. Mas eu queria mesmo é estudar. Me vejo como alguém que gosta de trafegar em vários campos. Não sinto necessidade de ficar preso a uma empresa.
Como é ser jovem, bem-sucedido e milionário?
O melhor de ser milionário é que isso te dá mais exposição. Você tem acesso fácil e rápido a um grande número de pessoas, já que seu talento para empreender está comprovado. Mas existe uma armadilha aí, algo comum entre os jovens empresários do Vale do Silício. O empreendedor cria um negócio de sucesso, vende por alguns milhões de dólares, e daí vem a pergunta: e agora? A pressão para que ele continue empreendendo é grande. Só que, se a empresa seguinte não for maior do que a primeira, ele vai ser considerado um fracasso. E isso é uma grande injustiça. Essa é uma das razões por que não me vejo abrindo uma companhia depois da outra. Não quero essa responsabilidade para mim.
Por que você decidiu fundar o YouUniversity Ventures?
Para mim, é gratificante conviver com jovens empreendedores. Nosso trabalho no YouUniversity é proporcionar ajuda financeira e consultoria a startups no universo virtual. Até agora, já trabalhamos com 15 empresas. Uma delas é a AirBnB: usando o site, você pode se hospedar na casa de moradores de outros paí­ses. Outra é a Futureadvisor, que dá dicas de investimento a longo prazo.
Como você escolhe as empresas que vai financiar?
A decisão tem muito a ver com marketing. Avaliamos se há mercado para o produto ou serviço que está sendo oferecido. Também presto atenção nos sócios da empresa. Que tipo de pessoas são? Eles têm experiência? São criativos? Considero importante que a empresa tenha um produto ou serviço bem definido, e não apenas um plano de negócios. Alguns empreendedores me apresentam planos de 20 páginas, com previsões de faturamento para os próximos dez anos. Isso não faz sentido. Ninguém sabe o que vai acontecer nos próximos dez anos!
Que conselho você daria para quem está abrindo um negócio virtual?
Você precisa ter certeza de que o que está oferecendo será valioso para as pessoas. Elas vão economizar com o seu produto? Vão ganhar tempo ou dinheiro? Vão se tornar mais produtivas? Se o seu produto ou serviço não for útil o bastante, os consumidores não vão se dispor a pagar por ele. O foco deve ser sempre o público, e não a última novidade hi-tech. Estar atento às inovações tecnológicas é importante, mas não é o que deve determinar os caminhos do seu negócio. O importante é ter uma boa ideia. E isso qualquer um pode fazer.
Você já declarou que empreendedores deveriam aprender a falhar mais e planejar menos. Por quê?
Antes do YouTube, eu abri três empresas diferentes, e todas elas fracassaram. Mas, a cada fracasso, eu ia aprendendo novas lições, e assim fui me tornando um empreendedor mais preparado. Para ser empreendedor, é preciso ter um apetite pelo risco, ter coragem de tentar várias coisas diferentes, até achar o caminho certo.
JAWED KARIM

QUEM É: Formado em ciência da computação por Stanford, participou das fases iniciais do PayPal e foi um dos fundadores do YouTube
O QUE FAZ: Depois que o YouTube foi vendido para a Google, em 2006, ficou milionário e montou a YouUniversity, empresa de venture capital que investe em negócios virtuais
www.youniversityventures.com

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Modismo x ecologia

2823Um setor que é caracterizado por criar produtos com ciclos de vida curtos pode ser considerado ecológico? Para consultor em Ecoprodutos e Construção Sustentável do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (IDHEA), o conceito de moda ecológica só é viável se os processos em toda cadeia produtiva forem repensados e que podem significar redução de produção, consumo e, consequentemente, margens de lucro.

Leia a íntegra desse excelente texto escrito por Márcio Augusto Araújo consultor em Ecoprodutos e Construção Sustentável do IDHEA. CLIQUE AQUI

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Papo de empreendedor: Como sair de uma sociedade que não dá certo?

Escrito por Mariana Iwakura para PE&GN

Você está infeliz em uma sociedade? Está constantemente preocupado com isso, mas não sabe como acabar a parceria? A blogueira Nina Kaufman, que escreve sobre empreendedorismo elegislação no site da Entrepreneur, listou algumas dicas para que você possa analisar sua sociedade e sair – bem – dessa parceria.
1. Saiba o que o incomoda. Para diversos empreendedores, é mais fácil colocar a culpa em uma parceria do que em problemas domésticos, por exemplo. É preciso se perguntar: a sociedade é o problema ou não tenho apoio em casa e me sinto obrigado a escolher entre o negócio e a família?

2. Veja o que pode ser modificado. O empreendedorismo pode trazer muitas frustrações e, por isso, é comum ter vontade de jogar tudo para o alto. Mas, antes disso, é possível avaliar o negócio e o que você pode mudar nele. Existe um problema de faturamento? Você pode pensar em iniciativas para atingir a receita pretendida. A dificuldade é na equipe? Troque-a conforme o necessário. Você precisa mudar seu estilo de vida e passar mais tempo com a família? Veja o que pode delegar ou automatizar.

3. Deixe as emoções na entrada. Se a parceria não avança, a melhor maneira de sair bem é manter as discussões com o mínimo de emoção possível. Se o problema realmente é o parceiro, não tente ressaltar o que acha que é culpa dele. Concentre-se nas suas necessidades, que podem variar de um ambiente de trabalho diferente a uma renda maior para sustentar sua família.

4. Não vá sozinho. Quando você sai de uma parceria de negócios, seja ela por escrito ou não, precisa tomar algumas providências de ordem prática. Verifique o valor do negócio para saber quanto é a sua parte. Você provavelmente terá de planejar como irá receber a sua parte. Veja também se terá direito a usar a propriedade intelectual da empresa. Olhe também para a sua lista de clientes: há algum que você possa levar?

Por fim, tenha um time de especialistas – como advogados e contadores – para auxiliá-lo na saída do negócio.

E você, empreendedor, já passou uma situação como essa? Como se preparou para sair da sociedade?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

É preciso ousadia para se conseguir sucesso?

Um vídeo para se refletir...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O que vestir em dias de chuva? E o make-up do verão?

CaarMorar em um país tropical como o Brasil, requer alguns “cuidados” na hora e maneira de se vestir.

Uma boa dica é usar o casaco trench-coat (no inglês significa casaco de trincheira) de tecido impermeável, ao mesmo tempo que protege em relação à chuva, ele deixa o look equilibrado e graças ao cinto, equilibra a silhueta. Por baixo você pode optar por uma camisa ou blusinhas de algodão, que mantém o corpo arejado.

CapturAs bocas serão o alvo principal neste ano! Como já vimos, os batons  vão dominar o verão 2011 e podem finalizar qualquer look. Os tons laranja e rosa pink seguem como tendência e são perfeitos para dar um toque de modernidade no visual. As morenas ou negras podem apostar nos tons abertos e intensos, enquanto as loiras podem ficar com os tons mais claros e intermediários.

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