terça-feira, 20 de abril de 2010

Como seria a melhor seleção de futebol de todos os tempos?

por Tiago Jokura para revista Mundo Estranho

Para reunir os melhores boleiros de todos as épocas, o time montado jogaria num 4-3-3. O sistema tático com quatro na defesa, três no meio-campo e três na frente, além do goleiro, é o mais vitorioso em Copas do Mundo - cinco seleções campeãs usavam essa formação. A escalação é baseada na lista de melhores jogadores do século 20, publicada pela revista France Football. Dentre tantas listas feitas por publicações futebolespecializadas em futebol e até pela Fifa, escolhemos a da revista francesa por ser fruto do voto de todos os eleitos como melhor jogador da temporada, de 1956 a 1999. Ou seja, só feras escolhendo os melhores!

Como não consideramos jogadores com apenas um voto e algumas posições, como lateral-direito e zagueiro-central, não figuram na lista, analisamos o currículo de conquistas nacionais e internacionais de vários atletas, por times e seleções, para completar o esquadrão. Por fim, não podíamos esnobar um atacante que chegou ao auge no século 21 e que, em nossa opinião, deixa no banco lendas como Puskas e Van Basten. Adivinhe quem é o dono da 9!

Figurinhas premiadas
O time ideal soma 11 títulos de Copa do Mundo e 14 Mundiais de Clubes

1. YASHIN (1929 - 1990) - Rússia
Posição – Goleiro

2. Cafu (1970 – ) - Brasil
Posição – Lateral

3. Scirea (1953 - 1989) - Itália
Posição – Zagueiro

4. Beckenbauer (1945 – ) - Alemanha
Posição – Zagueiro

5. Roberto carlos (1973 – ) - Brasil
Posição – Lateral

6. Cruyff (1947 – ) - Holanda
Posição – Meia

7. Platini (1955 – ) - Itália
Posição – Meia

8. Maradona (1960 – ) - Argentina
Posição – Meia

9. Ronaldo (1976 – ) - Brasil
Posição – Atacante

10. Pelé (1940 – ) - Brasil
Posição – Atacante

11. Di Stéfano (1926 – ) - Argentina
Posição - Atacante

Oportunidade de negócio: serviço de mídia indoor!

we_mediaMídia Indoor (sinalização digital) é uma mídia digital na qual conteúdos variados e anúncios publicitários são veiculados em telas (displays) eletrônicas (LCD e Plasmas) dos mais variados tamanhos, para comunicar e informar os usuários. Geralmente instalada em pontos de espera forçada (filas, elevadores), locais com grande fluxo de circulação de pessoas (aeroportos, shopping centers e terminais rodoviários) e no ponto de venda (PDV), com programação (conteúdo) definida em tempo real (on-line) via internet, como notícias regionais/nacionais/ internacionais; data e hora, previsão do tempo, utilidade pública, dicas de saúde, informe institucional, etc.

As grandes cidades estão preocupadas com a poluição visual e diversas ações para tirar a publicidade das ruas - principalmente os outdoors - já vêm sendo promovidas pelos poderes públicos. São Paulo colocou em prática o Projeto Cidade Limpa, que retirou todo tipo de publicidade externa que poluísse a visão da cidade. O mesmo já está acontecendo em Brasília, Belo Horizonte, Santos e Campinas.

Em decorrência de tais ações, a procura por mídia indoor vem crescendo, vez que o mercado publicitário está procurando outras alternativas de mídia para preencher a destinação da verba dos anunciantes. Segundo informações do setor, alguma parte migrou para pontos de venda (PDV) e para a mídia indoor; entretanto, os maiores beneficiados, até o momento, foram os jornais e a TV a cabo.

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Mídia Indoor - Abramid, atualmente, o mercado representa 5% do bolo publicitário no Brasil.

De acordo com o presidente da Abramid, a mídia indoor, fora do Brasil, já é um produto convencional. N os EUA e Europa já faz parte do plano de mídia. Na capital paulista estão instaladas mais de 100 empresas do ramo - 80% do total brasileiro e, segundo as previsões, a mídia indoor deverá atingir de 10% a 12% do bolo publicitário nacional, até o final de 2010. Só para se ter uma ideia, no seu ápice, os outdoors chegaram a ter 7% do mercado publicitário brasileiro.

O potencial de crescimento é enorme e qualquer estabelecimento que tenha um grande fluxo de pessoas pode ser um ponto de ativação de mídia, desde uma universidade, um aeroporto, um shopping ou uma academia.

Alguns exemplos de locais para pontos de mídia indoor: aeroportos, academias, vestiários, bares e restaurantes, shoppings, transporte público, elevadores comerciais, salões de beleza, valets/ estacionamentos, etc.

Existem no mercado diversas tecnologias e empresas fornecedoras e prestadoras de serviços relacionados à mídia indoor (sinalização digital) como provedores, software, equipamentos e consultorias.

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Qual foi o primeiro vídeo do YouTube?

por Yuri Vasconcelos para revista Mundo Estranho

Foi um passeio feito pelo jovem Yakov Lapitsky no jardim zoológico de youtube_logoSan Diego, na Califórnia (EUA). O filme tem apenas 18 segundos e foi intitulado Me at the Zoo ("Eu no Zoológico"). O vídeo foi colocado no site no dia 23 de abril de 2005 por Jawed Karim, um dos criadores do YouTube, e pode ser assistido aqui. Não fosse o fato de ter sido a gravação inaugural do mais importante site de compartilhamento de vídeos do planeta, o filminho passaria despercebido - qual a graça de ver alguém na frente da jaula dos elefantes?

Mal sabia Lapitsky que o YouTube seria eleito a melhor invenção do ano em 2006 pela revista Time. O site foi fundado em fevereiro de 2005 por Karim e outros dois colegas (Steve Chen e Chad Hurley) que trabalhavam no PayPal, serviço online para pagamentos e doações. Os fundadores nem imaginavam a "mina de ouro" que estavam criando. Pouco mais de um ano depois, em outubro de 2006, o YouTube foi comprado pelo Google pela extraordinária quantia de US$ 1,65 bilhão. Em abril de 2008, estimava-se que o site já tinha 83,4 milhões de vídeos armazenados.

Oportunidade de negócio: escola de idiomas para crianças!

A mídia divulga que o mercado de trabalho vem exigindo mais e mais qualificação dos candidatos a vagas, aumentando a competição entre esses candidatos. Como consequência dessas exigências do mercado, os pais estão se preocupando com o futuro profissional de seus filhos quando ainda são crianças, muitas vezes ainda nem alfabetizadas.

Sendo assim, o número de pais que matriculam seus filhos, ainda crianças, em escolas que oferecem ensino de uma língua estrangeira (LE) vem aumentando constantemente. Os idiomas mais procurados são o inglês, o francês e o espanhol.

ingles_criancas Segundo especialistas, “a pressão por um início da aprendizagem de LE ainda na infância tem sua origem na pressuposição de que a criança tem condições de aprendê-la mais facilmente”. Todavia, “estudos mostram que a idade correta é a partir do momento em que a criança esteja alfabetizada na língua-mãe, em torno dos oito anos. Mas quanto mais cedo for o contato com a língua, melhor. O contato com a escrita e a gramática deve começar a partir dos nove anos”.

O número de escolas e centros de idiomas que oferecem aulas para crianças está em constante expansão, principalmente nas escolas particulares. A cada ano observa-se uma crescente oferta de cursos para crianças, tanto em escolas de Educação Infantil, quanto em centros de idiomas.

Desde 1994, o Ministério da Educação não considera o inglês como uma disciplina que reprova o aluno; desta forma, muitos colégios passaram a terceirizar o ensino da língua estrangeira, abrindo, assim, uma boa oportunidade para as escolas de idiomas e, principalmente, de inglês. Com esse novo formato de negócio, as escolas de idiomas angariam um número expressivo de clientes em um único endereço e ao mesmo tempo reduzem seus custos, uma vez que utilizam as instalações do colégio e não precisam fazer investimentos em infra-estrutura específica.

Apesar da concorrência, o mercado vem crescendo e, com um investimento relativamente baixo, da ordem de R$ 40 a R$ 50 mil, é possível abrir uma escola própria. Aspectos como localização, instalações, qualidade dos instrutores e material didático são de suma importância. A velha fórmula “lousa e giz” não funciona para esse público. Professores de línguas estrangeiras ressaltam que as aulas devem ser lúdicas para prender a atenção das crianças.

De modo geral, as turmas são formadas por grupos de 12 alunos; as aulas têm duração média de 2 horas e ocorrem duas vezes por semana, tanto no período matutino como no vespertino.

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Como os cegos utilizam a internet?

por Eliza Menezes para Revista Mundo Estranho

Com a ajuda de um programa que lê em voz alta cada palavra escrita numa página de internebraille-1[5]t. Como não pode ver o cursor do mouse, o deficiente visual navega pelos links das páginas usando apenas o teclado - apertando a tecla Tab ou a seta para baixo. Os primeiros programas do tipo surgiram na década de 1980. Entre as dezenas de opções hoje em dia, o mais popular é o Jaws. "É o que permite maior acessibilidade. Com ele você pode usar todo o sistema Windows", diz Marco Antonio de Queiroz, deficiente visual e autor do site Bengala Legal (www.bengalalegal.com).

O problema é que a versão original do Jaws tem um preço salgado: 1 000 dólares! Para quem não possui essa grana toda, outra opção é usar um programa gratuito, o DOSVox, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1993. Apesar de contarem com softwares específicos, os deficientes visuais sofrem com muitos sites que não adotam os padrões internacionais de acessibilidade. E, temos que confessar, o próprio site do Achar É Fácil ainda precisa melhorar muito nesse aspecto...

Oportunidade de negócio: estúdio pilates, yoga e fisioterapia!

pilates-zurichAtualmente, são mais de 12.600 academias em atividade no País, o que faz do Brasil o segundo maior mercado de fitness do mundo. O setor movimenta anualmente R$ 1,7 bilhão e cresce em torno de 40% ao ano. Dentre os motivos desta evolução estão a busca por uma vida saudável e a mudança de perfil das academias, que passaram a oferecer atividades ligadas ao bem-estar. É nesse cenário que o pilates ganhou terreno e abriu espaço para as academias especializadas.

O método Pilates é um programa de exercícios que visam a reabilitação e o condicionamento físico. Tem como base os princípios criados por Joseph H. Pilates e seus exercícios buscam fortalecer os músculos fracos, alongar os músculos que estão encurtados e aumentar a mobilidade das articulações. O alinhamento postural é importante em cada exercício, ajudando na melhora da postura global do indivíduo. A prática dos exercícios é feita em cinco equipamentos exclusivos. Este conjunto de  equipamentos é conhecido como Studio. Paralelamente, o Studio pode oferecer yoga, alongamento e consciência corporal, além de fisioterapia para recuperação de processos traumáticos.

A partir dos cinco equipamentos básicos – Reformer, Cadillac, Chair, Ladder e Wall Unit é possível montar um estúdio dinâmico. Além destes equipamentos pode-se acrescentar alguns acessórios de solo, como a bola e a flex band, possibilitando intercalar aulas de solo e de aparelhos, oferecendo mais opções de exercícios. Um estúdio de Pilates, além de oferecer as aulas para seus clientes, também pode oferecer cursos de Pilates para capacitação de profissionais de Educação Física e Fisioterapia.

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Quanto mais faladeiro você for, mais popular será! (pelo menos na internet…)

por Ana Carolina Prado para Revista Super Interessante

Se você temia que suas crises de incontinência verbal pudessem render unfollows e fazer com que as pessoas deixassem de gostar de você, pode ficar tranqüilo. Um novo estudo descobriu que, quando se trata de redes sociais como Facebook e Twitter, é a quantidade, e não a qualidade, que importa.


Quer dizer, o segredo do seu sucesso online (ou seja, mais seguidores e amigos virtuais) são os updates regulares, mesmo que não sejam legais ou engraçadinhos. O mesmo vale para os blogs. Aqueles que atualizavam suas páginas regularmente eram considerados mais populares e atraentes do que aqueles que não faziam isso. Ser positivo e interessante, porém, não era tão importante.


redes_sociais1O estudo entrevistou membros da comunidade de blogs Livejournal.com, que tiveram de classificar os outros usuários de um (pouco atraente) a cinco (muito atraente).


Os pesquisadores avaliaram uma série de fatores, como o número de posts no blog que cada participante escreveu, o número de palavras usadas, o tom (se continham palavras positivas ou negativas) e o número de seguidores. Descobriu-se que a popularidade dos usuários podia ser explicada pela sua atividade online, mas não pelo conteúdo dos seus posts. O número de palavras que a pessoa usou foi o fator mais importante para determinar sua popularidade.


É isso aí: pelo menos na vida online, quanto mais faladeiro você for, mais popular será.

E você? Fala muito na internet? Enche de conteúdo suas redes sociais? Opine!

Oportunidade de negócio: iluminação e som para eventos!

Dados da Embratur indicam que o mercado de eventos movimentou, no ano passado, R$ 9,9 bilhões. O Brasil é o 19º país em número de eventos internacionais e um dos maiores do mundo em eventos em geral. Só em São Paulo, realizam-se 64 mil eventos, de grande porte, por ano. No País todo, esse número sobe para 400 mil eventos com mais de 50 pessoas.

Os pequenos eventos, como reuniões empresariais e aniversários, também são responsáveis por grande movimentação no mercado de prestadores de serviços. As empresas estão cada vez mais fazendo festas para comemorar bons resultados e as pessoas físicas contratam empresas para ocasiões especiais, como casamentos, aniversários e formaturas.

Fazer um evento requer equipamentos que se adaptem àquiluminacaoilo que a festa ou o ambiente se propõem. Para isso, existem empresas que trabalham com a locação de produtos para reuniões simples, até encontros que requerem conjuntos mais sofisticados. É nesse nicho de mercado que os serviços de iluminação e som se inserem.

O aluguel de equipamentos de iluminação e som para festas, a exemplo de tantos outros serviços voltados ao ramo de eventos, tem sido beneficiado pelo bom desempenho que o setor vem apresentando.

O trabalho de iluminação e som requer conhecimento multidisciplinar. O profissional  deve não só operar os equipamentos como: computador, mixer, CD / MP3 players, caixas de som, telão, microfone, tubos de leds, strobos, laseres, canhões de luz, entre outros; bem como realizar a manutenção adequadamente, pois os equipamentos são sujeitos a ambientes prejudiciais ao seu funcionamento. Não obstante, o trabalho ainda inclui conhecimento de acústica de ambiente e logística. Além disso, deve ter amplo conhecimento musical para planejar a festa de acordo com o desejo do cliente. A seleção do repertório é o fator-chave de sucesso, pois deve ser apropriado ao tipo de evento e de forma a desencadear satisfação nas pessoas. De forma geral, o profissional deve ter como características a criatividade, concentração, lógica, ritmo e precisão.

Para implantar o negócio, o empreendedor deve contar com equipamentos básicos próprios, tais como: set lights, racks com dimmer e moving lights, para iluminação, e, caixas de som, amplificadores, mesa de som, CD player e microfones, para sonorização. Equipamentos especiais ou de uso eventual devem ser terceirizados, ou seja, alugados de parceiros.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Qual é o imposto de renda mais caro do mundo?

por Rodrigo Velloso para Revista Mundo Estranho

 

leaoMuitos brasileiros acham que é o nosso, mas a Suécia é o país onde a alíquota máxima do imposto de renda (IR) para pessoa física é a mais alta do mundo. Os suecos que ganham bem entregam para o governo até 58,2% dos seus rendimentos. No Brasil a taxa máxima está em 27,5%, um patamar baixo se comparado ao de nações desenvolvidas e, até mesmo, de países vizinhos como o Chile (45%).

Mas isso não quer dizer que nós não temos o direito de reclamar do que pagamos de IR. É que os brasileiros contribuem excessivamente com outros tipos de impostos. "Há três bases para tributação: renda, patrimônio e consumo", afirma o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel. O que deixamos de pagar sobre nossa renda pagamos sobre nosso patrimônio e, sobretudo, nosso consumo. A maioria das pessoas nem se dá conta disso, mas há impostos nos preços de todos os produtos que são comprados. São impostos cobrados das empresas e embutidos por elas em seus preços.

Por isso, a carga tributária total do Brasil já está entre as mais altas do mundo, no mesmo patamar de países como Alemanha e Canadá, onde o retorno para a população dos impostos  pagos - por meio de investimentos em educação e saúde, por exemplo - é bem maior. Neste mês de abril, os 5 milhões de brasileiros que efetivamente pagam imposto de renda terão uma coisa em comum: ao fazerem seus cálculos, chegarão à conclusão de que estão contribuindo demais para o governo. Também, não é à toa: eles representam apenas 7% da população economicamente ativa do país. E aí não tem segredo: quanto menos pessoas existem para pagar a conta, mais cara ela fica...

Você sabia que o prazo para entrega do IRPF deste ano termina em 30/04/2010? Não vai deixar para última hora, hein? Saiba mais no site da Receita Federal!

Oportunidade de negócio: e-commerce –floricultura virtual!

O número de consumidores brasileiros que compraram pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados da 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgado no mês de março de 2009.

Para o final do primeiro semestre de 2009, espera-se que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores on-line. Até o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores on-line e que o e-commerce brasileiro movimente cerca de 10 bilhões de reais.

A venda de flores pela internet não para de crescer e deve movimentar no Brasil, neste ano, cerca de R$ 200 milhões. Os picos de vendas concentram-se em datas como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal e acompanham o calendário do varejo tradicional. A subclasse flores aparece entre as 10 maiores categorias de compra pela internet no Brasil, e atualmente representa cerca 2,5% de todo o varejo on-line.Flor_289035504_017_flores

Esse tipo de atividade caracteriza-se pela comercialização de produtos, por meio da utilização das tecnologias de informática e telecomunicações. É mais conhecido como Comércio Eletrônico ou e-commerce – são as chamadas Lojas Virtuais.

A comercialização por meio da internet possibilita aos compradores a oportunidade de fazerem compras 7 dias por semana, 24 horas por dia e em qualquer lugar que estejam.

Para o empresário é um ótimo ponto-de-venda, pois mantém sua loja aberta 365 dias no ano, com baixo custo de manutenção.

Uma Loja Virtual deverá obrigatoriamente ter endereço físico, no qual será legalmente constituída a Pessoa Jurídica, independentemente de sua forma de atuação.

A Loja Virtual poderá comercializar produtos por conta própria, devendo, para tanto, ter um local para estoque de seus produtos; ou poderá atuar com floriculturas e fornecedores parceiros ou conveniados. Neste caso, não há necessidade de local para estoque de produtos.

As Lojas Virtuais devem disponibilizar aos seus clientes diversas opções de pagamento.  Tradicionalmente, o boleto bancário e o cartão de crédito são os dois meios mais utilizados pelos lojistas. Na venda pela internet, assim como no comércio tradicional, quanto mais opções de pagamento houver, melhor para os clientes; mas existem considerações relacionadas a custos durante a montagem dos sistemas de pagamento e a escolha do banco e operadora de cartões que devem ser consideradas pelo lojista.

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Um tiro dado pra cima pode ferir alguém?

por Luiz Fujita para Revista Mundo Estranho
Depende do ângulo em que a arma é apontada, mas uma bala caída do céu pode até matar! No caso de um tiro dado precisamente para cima, num ânguloCapture de 90 graus, o projétil pode machucar, mas dificilmente matar. É que, por causa da resistência do ar, a bala volta a uma velocidade menor que aquela da hora do disparo. O pipoco de uma arma comum, como um revólver calibre 38, chega ao solo a cerca de 250 km/h – abaixo dos 350 km/h, o mínimo necessário para perfurar o tecido humano. Mas, dependendo do desenho da bala, não tem escapatória. “Para um projétil com aerodinâmica parecida com a de uma bala de fuzil AR-15, a velocidade de impacto será superior a 350 km/h, mesmo no tiro vertical”, diz o professor Sérgio Morelhão, do Instituto de Física da USP. Nesse caso, a saída é andar com um guarda-chuva de aço!

SAI DE BAIXO!
Veja o estrago causado por disparos de uma arma calibre 38 em diferentes inclinações


No tiro dado exatamente para cima, num ângulo de 90 graus, a bala sai do trezoitão a quase 1 050 km/h.Assim que sai do cano, a bala começa a desacelerar, por causa da força da gravidade e da resistência do ar, até atingir velocidade zero – a cerca de 720 m de altura –, quando começa a cair. É difícil prever o ponto de chegada do balaço. Isso ocorre porque o vento altera a trajetória do projétil, que pode cair a dezenas de metros do local do disparo. Durante a queda, a resistência do ar segura o tranco, impedindo que o pipoco chegue ao solo com a mesma velocidade com que saiu. Cerca de 25 segundos após o disparo, a bala volta, a uns 250 km/h. Não é um valor letal – ou seja, acima dos 350 km/h –, mas o baque é forte e pode até matar!


SAI DA FRENTE!
Se o disparo for dado a 45 graus, a velocidade final será de cerca de 230 km/h – inferior aos mortais 350 km/h. Mas, nessa inclinação, o risco de o balaço atingir alguém enquanto sobe a toda é maior.

LIMITE MORTAL
No tiro dado com a arma a cerca de 5 graus, não tem saída: o projétil chega ao solo com velocidade letal. Isso depois de percorrer até 500 m. Ou seja, dificilmente não vai pegar algum desavisado pelo caminho...

Oportunidade de negócio: música para eventos!

A música, inclusive por ser um assunto pouco abordado em publicações direcionadas a eventos em geral, é algo que nem sempre recebe a merecida atenção ao se organizar um evento. E o que muitos não sabem é que dela dependerá, em grande parte, o sucesso de uma festa e a satisfação de seus convidados.

A escolha do repertório é uma responsabilidade compartilhada entre o organizador e quem é contratado para cuidar da música de uma festa.

O responsável pela organização do evento deve ter em mente que um casamento, por exemplo, é sinônimo de pluralidade de faixas etárias, o que já não ocorre em uma comemoração de Bodas de Ouro, na qual a música deve estar em harmonia com os protagonistas da festa.

musicaJá os músicos que estiverem atuando durante uma festa de casamento devem saber que, embora o objetivo seja agradar a todos os convidados, tudo em uma festa tem o seu momento certo: nada mais desagradável que música em alto volume ao se iniciar um coquetel ou seleções dançantes durante o jantar.

O que torna a música ao vivo interessante é o fato de bons músicos serem capazes de dar interpretações individuais e únicas a uma mesma canção. Ouvir músicas e suas diversas leituras - além de poder escolher, entre tantas formações disponíveis, a que melhor se adeque a um determinado tipo de evento ou espaço - são os atrativos da música ao vivo.

Muitas vezes, a apresentação exige ensaios, passagem de som e instalação de equipamentos.

O que é feito horas antes ou até no dia anterior. Nesse caso, o estabelecimento deve disponibilizar o local para os músicos fazerem essa preparação.

Para oferecer os serviços de música ao vivo, são necessários, além das parcerias com bandas, maestros e músicos, alguns equipamentos como mesa de som, equalizadores, amplificadores, caixas de som e microfones e estrutura de palco, em alguns casos.

A empresa deve contar com uma agenda de profissionais como Tecladistas, Violinistas, Trompetistas, Tenores, Sopranos, Quarteto de Cordas, Percussionistas, Flautistas, etc.

Os serviços oferecidos, que variam conforme o ambiente e tipo de evento, vão desde solistas até a formação completa de uma orquestra ou banda.

Normalmente, as empresas oferecem pacotes já configurados para determinados tipos de eventos como casamentos, festa de debutantes, bodas e formaturas. Os músicos são contratados por evento e de acordo com o tempo de permanência.

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

De onde vem os nutrientes extras colocados nos alimentos?

por Victor Bianchin

Eles são produzidos industrialmente com base em matérias-primas da natureza e transformados em pós ou líquidos, que são adicionados às receitas dos alimentos. Os processos de fabricação são confidenciais e a origem dos nutrientes varia muito. Minerais como o ferro, por exemplo, são extraídos por meio de mfrutas-vitaminas-070508 ineração e manipulados até virarem compostos como o sulfato de ferro. Já as vitaminas são processadas, em geral, a partir de óleos vegetais. As diferentes composições são escolhidas dependendo da utilidade: algumas substâncias são nutritivas, enquanto outras podem servir para dar liga à mistura ou dar uma cor ao alimento.

VITAMINA C
Presente como Ácido ascórbico (C6H8O6)
É processada a partir da glicose, retirada do amido, que vem de alimentos como arroz, milho e trigo - não vem da laranja, como muita gente pensa. O processo industrial para fazer a "metamorfose" inclui hidrólise, oxidação e fermentação do amido

VITAMINA B2
Presente como Riboflavina (C17H20N4O6)
É secretada de forma natural por fungos e bactérias encontrados em óleos vegetais, como o da soja. Cultivados em laboratório em grandes quantidades, os micro-organismos produzem milhares de toneladas da substância por ano

CÁLCIO
Presente como Carbonato de cálcio (CaCO3)
Muitos alimentos utilizam leite como ingrediente, aproveitando-se do cálcio de sua composição. Mas o nutriente também pode ser sintetizado industrialmente a partir de minérios, já que também é um metal. O carbonato de cálcio é a forma mais comum

VITAMINA B1
Presente como Mononitrato de tiamina (C12H17N4OS)
Acredite se quiser: a vitamina é sintetizada principalmente com base no petróleo, em fábricas chinesas que revendem o produto para o mundo. E não serve apenas como nutriente mas também como conservante

FERRO
Presente como Ferro reduzido (Fe)
É extraído na forma de minério e passa por reações químicas extensas que o transformam em derivados diversos, como o ferro reduzido, que é um tipo de óxido de ferro. Mas os derivados mais comuns são os sais, como o sulfato e o fosfato de ferro


CONSULTORIA - PAULO NOGUEIRA CARVALHO, PESQUISADOR CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS (ITAL)

Oportunidade de negócio: fabricação de biscoito caseiro!

A implantação de uma indústria de biscoitos caseiros é simples e sua operação não requer mão-de-obra especializada; com um simples treinamento, cozinheiros com experiência podem operar os equipamentos e processar as matérias-primas de acordo com receitas estabelecidas. Os insumos para produção são encontrados facilmente no mercado, em empresas atacadistas de alimentos, hipermercados e supermercados.

De forma geral, o processo de produção constitui-se da elareceita-de-biscoito-de-natalboração da massa, laminação, moldagem, assadura, descanso e embalagem.

É importante ter controle sobre a temperatura dos ingredientes durante o preparo, a ordem e o método de agregação dos ingredientes, bem como do tempo de preparo e da temperatura de cozimento. Deve-se ter especial atenção às boas práticas de fabricação, incluída a higiene.

O Brasil é o 11º maior consumidor per capita de biscoitos, do mundo, com 6 quilos/ano, conforme estudos da Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos. Ademais a tendência é de aumento da demanda por este tipo de alimento, face ao crescimento do consumo das pessoas classificadas nas faixas de renda menos favorecidas e a transformação do hábito alimentar da população – privilegiando a cada dia mais a alimentação fora do domicílio e a demanda por alimentos prontos para o consumo.

Os fabricantes de biscoitos artesanais dev em se valer do varejo alimentício para distribuir seus produtos, pois somente 5% das vendas das grandes indústrias de biscoitos são vendidas a esse canal de distribuição. As vendas devem ser direcionadas aos supermercados de pequeno porte, padarias, lanchonetes, lojas de conveniência, cantinas e cafeterias.

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Por que temos a sensação de que o tempo está passando mais depressa?

por Yuri Vasconcelos

Há várias hipóteses para o fenômeno, mas a mais aceita aponta que essa sensação está relacionada à quantidade enorme de informações e experiências a que estamos sujeitos atualmente. Quando experimentamos alguma coisa pela primeira vez, mais dados são armazenados em nossa memória, pois tudo é novidade. Isso rola, podali r exemplo, quando vamos pela primeira vez ao sítio de um amigo. Como não sabemos o caminho, nossos sentidos ficam mais ligados, absorvendo cada detalhe do trajeto. Nas outras vezes que voltamos lá, já conhecemos a rota e parece que ela encurtou, como se a primeira ida tivesse demorado mais. O mesmo vale para a nossa vida em geral – uma vez que muitas experiências são repetição do que já vivemos antes.

Outra hipótese está associada à idade de cada pessoa. Para um jovem de 12 anos, por exemplo, chegar aos 18 parece levar uma eternidade – afinal, os seis anos de diferença correspondem a metade do tempo já vivido pela pessoa. Já para alguém que está na casa dos 60 anos, os mesmos seis anos representam apenas 10% de sua vida. Por isso, em geral a sensação de que o tempo está voando fica mais forte à medida que envelhecemos. Por fim, há ainda quem afirme que, como vivemos num cotidiano cada vez mais acelerado, impulsionado pelos avanços tecnológicos, estaríamos nos distanciando de um suposto ritmo biológico natural, mais lento. Esse descompasso é que daria a impressão de que o tempo está passando mais depressa.

Oportunidade de negócio: lavagem de veículos a seco!

O empreendimento apresentado destina-se à oferta de serviços de lavagem de veículos a seco. Este serviço, necessariamente, não precisa de um estabelecimento comercial, pois pode ser oferecido para ser executado no ambiente do cliente. Todavia, recomenda-se que o negócio esteja “ancorado” em um estacionamento de grande porte, como supermercados ou shoppings.

Com baixo investimento, é possível montar um serviço de lavagem a seco para carrosLavagem_Carro. O serviço é feito com uma cera especial, sem usar água. A limpeza é considerada ecologicamente correta, e cada vez conquista mais o mercado.

O sistema de lavagem sem a utilização de água iniciou-se nos Estados Unidos, na década de 1980, baseado na utilização de uma cera líquida especial.

O processo substitui a água por uma cera, que retira a sujeira sem danificar ou riscar a pintura do veículo.

A lavagem é feita através da aplicação da cera líquida, que se infiltra nos depósitos de sujeira, formando uma película protetora sobre a superfície da pintura. Esta película age sobre os depósitos de sujeira que vão sendo amolecidos e quebrados em frag mentos menores. A cera, após descompactar a sujeira, passa a envolvê-la, removendo-a da superfície da pintura e formando uma “bolha” de cera protetora, impedindo qualquer contato da sujeira com a pintura. A remoção da sujeira é feita de forma rápida e segura, com a simples passagem e um pano comum.

Por ser completamente inofensivo à pintura (devido ao pH neutro da solução) e também ao meio ambiente (por não apresentar componentes poluentes) pode-se repetir o processo sempre que precisar.

Todos os equipamentos e materiais para a execução dos serviços estão disponíveis no mercado e podem ser adquiridos na forma de kit, além dos insumos para reposição. De modo geral, as empresas que comercializam os kits, oferecem assistência técnica e curso de capacitação para os interessados.

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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Por que o Brasil não consegue detonar com a dengue?

Por Tiago Jokura

dengue_483595Porque é impossível exterminar o Aedes aegypti, principal transmissor do vírus que causa a doença. Crescimento acelerado da população urbana, clima tropical - quente e chuvoso - e características reprodutivas do mosquito tornam o Aedes imbatível em nosso território. Mas essa derrota não é exclusividade nacional: a Europa é o único continente livre da dengue e até um país desenvolvido como a Austrália ainda padece com epidemias frequentes. Até que seja desenvolvida uma vacina, "controlar a população de mosquitos é mais eficaz do que tentar erradicar a doença, o que já aconteceu na década de 1970, quando pouco mais da metade de nossa população vivia em cidades e ainda não se falava em aquecimento global", explica o infectologista Marcelo N. Burattini, da Unifesp, em São Paulo. A ME fez a parte dela e prensou um Aedes contra a parede para levantar informações que ajudam a entender o tamanho do desafio brasileiro no combate à dengue.

BERÇO ESPLÊNDIDO
Principais berçários do Aedes em cada região do Brasil
LIXO
No Norte e no Sul, cerca de metade dos Aedes nascem em latas, pneus e outros entulhos que acumulam água e servem como ninho para o mosquito
RESERVATÓRIOS DE ÁGUA
Quase toda a população nordestina do Aedes se desenvolve a partir de poços, tonéis, caixas-d’água e outros reservatórios hídricos
AMBIENTE DOMÉSTICO
Pouco mais da metade dos focos no Centro-Oeste e no Sudeste ocorrem em residências – principalmente em vasos e pratinhos de plantas, calhas e piscinas

Não esqueça: a Dengue se combate todos os dias!

Oportunidade de negócio: treinamento empresarial!

Trata-se de empreendimento voltado ao treinamento e à capacitação de mão-de-obra de um modo geral. Os cursos são livres e podem abranger desde os cursos mais simples, como técnicas de secretariado e formação de recepcionistas, até cursos mais complexos, como administração financeira ou de vendas. Destinam-se às diversas categorias profissionais e objetivam capacitar os trabalhadores quanto à qualidade no atendimento, as boas práticas, a ética profissional, habilidades e capacidade técnica, conceitos e responsabilidades, aspectos culturais, etc.

foto_treinamentoSão cursos de curta duração, de até 40 horas, regularmente ministrados nas instalações da empresa.

Alternativamente, a empresa pode oferecer cursos (fechados) dedicados ao cliente “in company”, e desenvolver treinamentos em serviço, palestras e workshops, entre outros, nas instalações do próprio cliente (hotéis, restaurantes, etc.).

De modo geral os cursos devem ser programados para o período vespertino e noturno, com duas turmas de até 20 alunos cada uma, para cada período.

Os programas dos cursos a serem oferecidos devem ser previamente avaliados e, caso necessário, adaptados ou d esenvolvidos em função das condições da oferta. Várias entidades dispõem de programas para cursos dessa natureza, como: sindicatos, Senac, Ministério do Trabalho, ONGs, etc.

O empreendimento deve ser instalado em local de fácil acesso, inclusive por transporte público. Como os cursos oferecidos são de curta duração, os professores devem ser contratados por hora/aula, inexistindo vínculo trabalhista, em função da curta duração. Procurar Delegacia Regional do Trabalho (DRT) para mais informações.

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Como uma favela é urbanizada?

por Marina Motomura

Estamos todos acompanhando a situação grave que está passando a cidade do Rio de Janeiro com as chuvas dos últimos dias. A cidade está alagada, mdesenho_favela_pipasuita destruição e caos na vida dos moradores da cidade, principalmente daqueles que moram em locais de risco, como algumas favelas cariocas. A urbanização dessas favelas seria uma solução parcial para o problema?

A urbanização de uma favela começa com o levantamento dos problemas que afetam a região. Da falta de saneamento básico à ausência de asfalto, os obstáculos variam - até a localização do assentamento pode ser um problema. "As favelas costumam surgir em regiões que outros empreendimentos imobiliários não ocuparam: sob pontes e viadutos, à beira de córregos ou em encostas de morros", diz Alex Abiko, professor de engenharia civil da USP. A urbanização de favelas no Brasil é recente. Nos anos 60, os moradores eram simplesmente removidos. Depois, por volta dos anos 80, programas do governo passaram a resolver questões pontuais, como redes de água. Hoje, os projetos incluem não só infraestrutura mas também melhora na qualidade de vida. Veja aqui os principais problemas que afetam as favelas brasileiras:

LADEIRA ABAIXO
Nas grandes cidades, em geral, os únicos terrenos livres são as áreas de risco, como encostas de morros e barrancos. É justamente nesses vazios urbanos que surgem as favelas. Improvisadas, as moradias à beira de morros correm risco de sofrer solapamento e deslizamentos de terra. Quanto mais inclinado o terreno, maior o risco

CURTO-CIRCUITO
Muitas favelas não têm redes de energia elétrica oficiais e recorrem a gatos para desviar energia. As ligações clandestinas, feitas com material velho e inadequado, são perigosas: podem provocar desde choques em quem passar perto de um fio desencapado a incêndios e curtos-circuitos

SEM DOCUMENTO
Quem mora na favela não tem CEP. Entre becos e vielas sem nome, os carteiros ficam perdidos e as correspondências não chegam. Para piorar, os moradores não conseguem comprovante de residência, documento necessário para conseguir emprego, por exemplo. Como as moradias são ilegais, sem escritura, os moradores correm o risco de despejo o tempo todo

E A CHUVA LEVOU
Sem valetas ou canaletas, a água da chuva não tem por onde escorrer. Quando chove, a água pode empoçar e virar ninho para o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A água pluvial arrasta o que está no caminho, além de transformar as ruas de terra batida em lamaçal

ERA DAS TREVAS
Sem postes de iluminação pública, a população fica desprotegida da violência durante as noites. Afinal, fica mais fácil para ladrões e traficantes sumir no escuro... Só sobra a iluminação vinda de dentro das residências

QUESTÃO DE SAÚDE
Como os barracos ficam colados uns aos outros, a luz do Sol não entra. A umidade aumenta, prato cheio para o crescimento de fungos, que podem causar doenças. Isso sem falar nos males causados pela falta de saneamento básico, como cólera, disenteria e esquistossomose

BECO SEM SAÍDA
A densidade demográfica é alta - há muita gente por metro quadrado. Sem espaço livre, falta lugar para ruas - no máximo, há becos e vielas. Isso impede não só o acesso de carros mas também a entrada de serviços importantes, como caminhões de lixo e ambulâncias

ENTRANDO PELO CANO
Improvisadas, as casas não estão ligadas à rede de água nem à rede de esgoto oficial da cidade. Os moradores dão um jeitinho, fazendo gatos que roubam água de casas vizinhas ou da própria prefeitura, e despejam o esgoto a céu aberto, principal problema ambiental do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)


*FONTES - URBANIZAÇÃO DE FAVELAS EM FOCO: EXPERIÊNCIAS DE SEIS CIDADES; URBANIZAÇÃO DE FAVELAS - A EXPERIÊNCIA DE SÃO PAULO

Oportunidade de negócio: hortaliças e vegetais processados!

As Hortaliças Folhosas Processadas surgiram em função da necessidade de o consumidor adquirir alimentos, fáceis e rápidos de preparar, mantendo, contudo, as características muito próximas do produto em estado in natura.

As Hortaliças Processadas são aquelas preparadas para consumo e distribuição em estado fresco, próximo ao natural. Passam por etapas como: lavagem, seleção, descasque, corte e sanificação e, depois de embaladas, são armazenadas sob refrigeração.

Apresentam-se limpas, higienizadas, desprovidas de partes com danos mecânicos ou biológicos e embaladas de forma a facilitar o consumo, poupando, portanto, o consumidor de executar uma série de procedimentos, caso viesse a adquirir oCapture produto em seu estado primário.

O grande apelo comercial das Hortaliças Processadas decorre exatamente desta facilidade. O consumidor pode adquirir o produto e consumi-lo imediatamente ao chegar em sua residência, poupando seu tempo e garantindo a manutenção de uma alimentação saudável.

De modo geral, os vegetais minimamente processados, ou as saladas prontas para consumo, têm tido crescente aceitação dos consumidores, particularmente nos grandes centros urbanos, por atenderem adequadamente aos requisitos contemporâneos de alimentação saudável, com praticidade e segurança.

O setor de alimentos minimamente processados, em que os produtos são higienizados e cortados antes de chegar ao consumidor, tem crescido como um todo e se diversificado, abrangendo novos produtos, inclusive frutas.

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